quinta-feira, 30 de maio de 2013

domingo, 26 de maio de 2013

Lenços brancos

Perdemos todos tudo, ponto final. Parágrafo.
Mas agora que o desastre desta época chegou ao fim, tem de se dizer a verdade. Jorge Jesus é um grande treinador para equipas pequenas. É bom a transformar jogadores para os vender no ano seguinte, e na hora agá põe-se a defender empates. O Benfica não é isto. O Benfica joga para ganhar e, se está a ganhar, joga para ganhar por mais, para levar o caneco e dar espetáculo. 
Um treinador que erra e erra e erra e não aprende com os erros à frente da equipa do Glorioso? Um treinador que deixa Pablo Aimar no banco merece liderar o futebol do Benfica? 
Lenços brancos, lenços brancos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Letreiros Maravilha

Numa montra, leio: “Frango tipo leitão”.
Uns metros à frente, outra loja anuncia: “Interiores de homem e senhora”.

sábado, 18 de maio de 2013

Errata Expresso

Dei uma entrevista ao Expresso a lembrar o meu pai — numa altura em que precisamos de uma revolução europeia.

Há dois pequenos erros no texto. Um é dizer-se que, no dia 22, vamos (a minha mãe, os meus irmãos e eu) à Tocha.
Outro é dizer-se que eu não acabei o curso de direito. O "não" está errado. Não é por nada — não uso o curso para nada — mas deu-me tanto trabalho...

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Papoilas em Amesterdão

Hoje, ao cantar as papoilas saltitantes em Amesterdão, a voz benfiquista, não tenho dúvidas, "sinatrará". (Belo verbo que o Samuel Úria inventou.) Espero que o mister tenha uma iluminação de última hora e ponha o Pablo Aimar de início. Já vejo uma daquelas jogadas do nosso mestre argentino, uma daquelas que nem dá para dizer se são arquitetura ou filosofia, a resolver o assunto. Vamos dar pelo menos dois a esses milionários de Chelsea, e trazer o caneco para casa. As ruas de Lisboa tornar-se-ão salas ou campos e o Aimar "sinatrará" a taça de avião para oferecer ao Eusébio e o céu será sem limite.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Reportagem 8


"Estamos sempre a esquecer coisas até ao momento em que, de facto, as lembramos. E, nesse momento, estamos realmente a evocá-las ou apenas a pagar uma espécie de tributo à sua verdadeira qualidade de coisas esquecíveis?" (James Wood)