sábado, 3 de março de 2012

Adalberto Silva Silva está na estrada



Os interessados em receber este "espetáculo de realidade" devem escrever, por favor, para: jacintolucaspires@gmail.com. Muito obrigado!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Zona de conforto

...E obrigado, claro, ao Pedro Adão e Silva. Foi uma honra inaugurar a cantoria neste novo lugar sem fios. É muito bom haver espaços assim para a música que não cabe propriamente no "bloco central"... Boa sorte!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cuidado, os Quais estão de volta

Estivemos hoje a cantar na festa de anos da TSF e temos um disco a sair já para o mês que vem. Vamos? Obrigado a todos os que apareceram no Lux, todos os que não desligaram a rádio, todos os que dançaram nos sinais vermelhos.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Um poema de Fernando Assis Pacheco

ACONSELHO-VOS O AMOR

Aconselho-vos o amor:
o equilíbrio dos contrários.
Aconselho-vos o amor
cheio de força; os moinhos
girando ao vento desbridado.
Aconselho-vos a liberdade
do amor (que logo passa
— vão dizer-vos que não —
para os gestos diários).

ACONSELHO-VOS A LUTA.




(do livro "Cuidar dos vivos", na coletânea "A Musa Irregular", de Fernando Assis Pacheco, Edições Asa)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Obrigado, Coimbra!


Adalberto Silva Silva vem por este meio agradecer a generosa gargalhada coimbrã na estreia do seu espetáculo de realidade.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O dedo na ferida

Um estrangeiro põe o dedo na ferida e, de repente, até os intrépidos bloquistas se tornam pragmáticos suaves. Ai de quem diga mal do mal que fazemos, viva o nacional-porreirismo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sobre uma fotografia de Vivian Maier

Sou um balão branco. Como é que fala um balão branco senão com branco? O que digo é só isto, um espaço em branco. Sou um balão branco com um chapéu. Isso faz de mim uma cabeça, digo eu. Perdoem-me a rima, sou só um balão. Sou o boneco com cara de balão que faz de pai branco para a fotografia. E sou, claro, tão diferente fora dela, dentro de mim. Não sou um balão branco quando não estão a olhar para cá. Como é aquela questão fi-fi, lo-lo, só-só, fi-fi, ca-ca? “Somos o quê quando ninguém nos vê?” Perdoem-me a rima, perdoem-me a citação, sou só um espaço em branco numa fotografia. Fora dela, dentro de mim, sou, claro, tão negro como cada um dos senhores que me espiam daí. Olha o balão, chapéus há muitos, diz olá, diz passarinho, morte ao clichê, não é bebé?