sexta-feira, 31 de março de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
quarta-feira, 29 de março de 2017
P. M. P.
Daqui a bocado, quando passarem vinte minutos do meio-dia, é entregue, por mão própria, a famosa carta do artigo 50, pondo em andamento o relógio do Brexit. Parece um conto meio abstrato meio absurdo, mas é História e é triste.
A negociação promete — já leram o artigo de Michel Barnier?
terça-feira, 28 de março de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
Dia mundial da pergunta
Neste dia especial, Ricardo Jorge Fonseca fez a pergunta do teatro a várias pessoas, no Jornal de Notícias. A minha resposta foi esta:
O teatro está em perda, sim. Como a política, o jornalismo e o tempo
para uma boa conversa. O "facebookismo" dominante é a negação do
espírito de cidade — estarmos juntos numa sala de espetáculos, numa
praça ou num parlamento, e não fechados nos nossos ecrãs a ouvir só os
que pensam como nós e a odiar todos os outros. O chamado mundo da
"pós-verdade" não suporta a "mais-que-verdade" da ficção. A imaginação,
que busca o coração das coisas e faz as perguntas difíceis. Por isso, o
teatro é ainda mais urgente hoje. Como forma de resistência, de sonho,
de questionamento. E também, já agora, para não desaprendermos isso de
estar junto.
sábado, 25 de março de 2017
Parabéns, União Europeia — mas precisamos de fazer muito mais
Segundo esta sondagem da Politico, estamos de acordo quanto a isso. Fazer muito mais, unidos. Bom dia!
sexta-feira, 24 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
O mundo às segundas e quartas de manhã
Todas as segundas e quartas, estou aqui, na Rádio Renascença, a debater o mundo com o Henrique Raposo. (Cuidado com "o pecado do comentador"!...)
quarta-feira, 22 de março de 2017
Sobre uma fotografia de Joseph Eid
Aqui a ferida é a música. A música visível, um olho em ferida, um olho negro em ferida visível como música. Ouço e, enquanto ouço com o meu corpo todo, sou indestrutível. A ginástica filosófica que exige uma autêntica posição de escuta. Limpar tudo. Isto não é um cachimbo. Isto é o ponto de interrogação que fumo pensativamente livre de pensamentos, tralha, entulho, notícias. O mundo a ruir, a casa em osso, mas eu fico no meu lugar, no meu lugar de mim, enquanto a minha cara se retira musicalmente tornando-se um espaço em branco.
terça-feira, 21 de março de 2017
Magia (mesmo)
A magia como arte. Senhoras e senhores, Ricky Jay!
Quando o vi, há anos, no filme de David Mamet, não sabia quem ele era, achei só que era um ator dos diabos. Depois li este artigo de Mark Singer, na New Yorker. E agora tenho de arranjar o livro, ver o documentário, maravilhar-me mais e mais com esta mistura tão feliz de sabedoria e graça.
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